quinta-feira, 30 de julho de 2009

O impacto da suave chuva do Dharma em sua mente e coração!

Ao ler o texto abaixo, no Blog de um grande amigo meu, não resisti a beleza sutil desse ensinamento do Thay.

Aproveito e compartilho com vcs aqui.

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Papel do Mestre!

Thich Nhat Nhan, do livro: A Essência dos Ensinamentos do Buda.



"Ao ouvirmos uma palestra sobre o Darma ou estudarmos um sutra, a única coisa que temos a fazer é permanecer abertos. Normalmente, quando ouvimos ou lemos algo novo, costumamos comparar o que ouvimos com nossas próprias idéias. Quando o elemento novo é parecido com elas, nós o aceitamos e dizemos que está certo. Quando não é, dizemos que está errado. Em qualquer das duas hipóteses, não aprendemos nada. Se formos capazes de ler ou ouvir com a mente e o coração abertos, a chuva do Darma encharcará o solo de nossa consciência.
A suave chuva de primavera permeia o solo de minha alma: a semente há muito tempo enterrada na terra apenas sorri.
Quando estiver lendo ou ouvindo, não se esforce em demasia, seja como a terra. Quando a chuva cai, a terra só precisa se abrir e receber a chuva. Permita que a chuva do Darma penetre em você e encharque as sementes enterradas no fundo de sua consciência. Um mestre não lhe pode dar a verdade. A verdade já está em você, mas é preciso abrir - corpo, mente e coração - para que seus ensinamentos penetrem nas suas sementes de compreensão e iluminação. Se você permitir que as palavras entrem, o solo e as sementes farão sozinhos o resto do trabalho."

domingo, 26 de julho de 2009

O Monge o o Samurai

Conta-se que um dia um samurai, grande e forte, conhecido pela sua índole violenta, foi procurar um sábio monge em busca de respostas para suas dúvidas.
- Monge, disse o samurai com desejo sincero de aprender, ensina-me sobre o céu e o inferno.
O monge, de pequena estatura e muito franzino, olhou para o bravo guerreiro e, simulando desprezo, lhe disse:
- Eu não poderia ensinar-lhe coisa alguma, você está imundo. Seu mau cheiro é insuportável.
- Ademais, a lâmina da sua espada está enferrujada. Você é uma vergonha para a sua classe.
O samurai ficou enfurecido. O sangue lhe subiu ao rosto e ele não conseguiu dizer nenhuma palavra, tamanha era sua raiva.
Empunhou a espada, ergueu-a sobre a cabeça e se preparou para decapitar o monge.
- "Aí começa o inferno", disse-lhe o sábio mansamente.
O samurai ficou imóvel.
A sabedoria daquele pequeno homem o impressionara. Afinal, arriscou a própria vida para lhe ensinar sobre o inferno.
O bravo guerreiro abaixou lentamente a espada e agradeceu ao monge pelo valioso ensinamento.
O velho sábio continuou em silencio.
Passado algum tempo o samurai, já com a intimidade pacificada, pediu humildemente ao monge que lhe perdoasse o gesto infeliz.
Percebendo que seu pedido era sincero, o monge lhe falou:
- "Aí começa o céu".
Para nós, resta a importante lição sobre o céu e o inferno que podemos construir na própria intimidade.
Tanto o céu quanto o inferno, são estados de alma que nós próprios elegemos no nosso dia-a-dia.
A cada instante somos convidados a tomar decisões que definirão o início do céu ou o começo do inferno.
(Autor Desconhecido).

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Nem Freud explica o nosso consumismo geral

Parafraseando um excelente artigo que li "Comprar para esquecer - Freud explica porque somos consumistas", me dou conta mais uma vez, que a nossa sociedade de consumo impõem padrões do TER antes do SER.
Ademais, estamos cada vez consumindo por consumir sem pensar nas consequências ao Planeta Terra.
Até quando vamos viver calcados em aparências tão superficiais?
Que tipo de mundo queremos para nós, para nossos filhos e para os filhos de nossos filhos?
Como repensar e agir diferente?
Que fome é essa de ter?
Por que nosso ego só ouve o comando do EU PRECISO, mais, mais, mais....?

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Voltando ao Samsara

Voltar de viagem e encarar o desafio de ser compassiva é uma prática incomensurável a cada instante.
Nada fácil, porém possível.
Desde que estejamos com plena atenção a tudo que pensamos, falamos ou agimos.
Ademais, basta nos lembrar que todos os seres buscam a felicdade e querem evitar o sofrimento. Entretanto, sempre haverá problemas, pois a impermanência que tudo permeia toca a todos e a tudo que nos rodeia.
Respirar, respirar, respirar....

Meditar, meditar, meditar...

Praticar, praticar, praticar...

Eis nossa missão para fazer o mundo melhor.
O primeiro passo é transformar a nossa mente dualista.

sábado, 11 de julho de 2009

Vou e Volto II

Nos próximos dias estarei em viagem, no estilo vou e volto!



Até breve!
Lírios de Paz para você!

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Prática da Plena Atenção online!

A prática da Plena Atenção é muito interessante. Você poderá fazê-la a qualquer momento e lugar, e, ainda, poderá optar por fazê-la via seu notebook ou smartphone. Ou seja, online.

Como? Bem simples.

Basta baixar o software do relógio que tem o som de um sino e programá-lo para tocar de forma aleatória.

Ao soar o sino, você então para o que estiver fazendo, respira, calma, tranquila e conscientemente, três vezes. E segue em frente. Assim por diante.

Como ensina o monge zen vietnamita Thich Nhat Hanh, conhecido carinhosamente por Thay:

"É a voz do desperto, nos recordando de estar plenamente atentos."


Boa prática meditativa!


quarta-feira, 8 de julho de 2009

Michael Jackson, gone too soon

Aquele que foi embora cedo demais, Michael Jackson!

Tributo lindo ao rei do pop!

Human Nature!
Looking out
Across the nighttime
The city winks a sleepless eye
Hear her voice
Shake my window
Sweet seducing sighs

Get me out
Into the nighttime
Four walls won't hold me tonight
If this town
Is just an apple
Then let me take a bite

If they say --
Why, why, tell 'em that it's human nature
Why, why, does he do me that way
If they say --
Why, why, tell 'em that it's human nature
Why, why does he do me that way

Reaching out
To touch a stranger
Electric eyes are ev'rywhere
See that girl
She knows I'm watching
She likes the way I stare

If they say
Why, why, tell 'em that it's human nature
Why, why, does he do me that way
If they say --
Why, why, tell 'em that it's human nature
Why, why does he do me that way

I like lovin' this way
I like lovin' this way

Looking out
Across the morning
Where the city's heart begins to beat
Reaching out
I touch her shoulder
I'm dreaming of the street

If they say --
Why, why, tell 'em that it's human nature
Why, why, does he do me that way
If they say --
Why, why, tell 'em that it's human nature
Why, why does he do me that way


domingo, 5 de julho de 2009

Espiritual


Hoje, resolvi escutar músicas antigas, calmas e que alentam a alma e renovam a paz interior. Literalmente, pratiquei musicoterapia.

Foi quando ouvi, novamente, um CD mixado em 2002, por um amigo especial entitulado 'Espiritual'.

Músicas selecionados a dedo, como por exemplo: Return to Innocence, In Pace, I will find you, etc. Todas simplesmente maravilhosas.

E na capa do CD o seguinte poema de Emily Dickinson:


"Se puder impedir que um coração se parta,

Não terei vivido em vão.

Se puder aliviar a dor de uma vida ou mitigar o sofrimento ou ajudar um pássaro ferido a voltar para seu ninho,

Não terei vivido em vão."


E aí, pergunto-me: será que tenho vivido em vão? Ou não?

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Minha Caricatura!!!